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	<title>Comentários sobre Reflexões de Biologia Cultural</title>
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	<description>A partir da Humberto Maturana e Ximena Dávila</description>
	<lastBuildDate>Sun, 09 Aug 2009 02:35:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Quando olhei novamente minha certeza não estava lá! por Liliane Brioschi</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2009/06/12/quando-olhei-novamente-minha-certeza-nao-estava-la/#comment-15</link>
		<dc:creator>Liliane Brioschi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 02:35:41 +0000</pubDate>
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		<description>&#039;... um ver de mim que ainda nunca havia visto...&#039;
 quando o carrocel gira, mesmo podendo olhar o mesmo, seja o rosto, seja a dor, mesmo podendo olhar a si mesmo vendo o mesmo, me parece que é de um outro ponto que se vê tudo isso
 um lugar de onde algo novo pode aparece ao olhar e algo novo pode comparecer como possibilidade...movimento...não certeza...vida

Lindo Luiz. Você continua usando a palavra com a mesma força e afeto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8216;&#8230; um ver de mim que ainda nunca havia visto&#8230;&#8217;<br />
 quando o carrocel gira, mesmo podendo olhar o mesmo, seja o rosto, seja a dor, mesmo podendo olhar a si mesmo vendo o mesmo, me parece que é de um outro ponto que se vê tudo isso<br />
 um lugar de onde algo novo pode aparece ao olhar e algo novo pode comparecer como possibilidade&#8230;movimento&#8230;não certeza&#8230;vida</p>
<p>Lindo Luiz. Você continua usando a palavra com a mesma força e afeto</p>
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	</item>
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		<title>Comentário sobre Que tempo temos além do instante presente? por drleonunes</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2009/07/05/que-tempo-temos-alem-do-instante-presente/#comment-14</link>
		<dc:creator>drleonunes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 16:01:11 +0000</pubDate>
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		<description>Interessante é a experiência de explicar os evento temporais. 
Talvez em uma tentativa se poderia explicar a mesma vivência do passado em período distintos (hoje, amanhã, daqui a um mês, etc), ou em fases distintas da vida (na infância, vida adulta e maturidade). Dá pra perceber que conservamos uma linha-mestra pouco elaborada das fatos e que modificamos os detalhes? Dá pra perceber que nossa vida é revivida como alguns instantes significativos, mas repleta de lapsos ou &quot;buracos&quot; de tempo, de memória?
Noutra, é perceber como diferentes pessoas descrevem nossa infância, ou como as pessoas nos percebem atualmente e narram a nossa história. Há discrepância entre as narrativas das pessoas, e entre a delas e a nossa?
E o futuro? Sobre as expectativas que nossos pais tinham para o que seríamos profissionalmente, e aquilo que desejávamos ser enquando jóvens. Os planejamentos de cada presente, e o que conquistamos com nossa história. 
O mais curioso disto tudo, enquanto falamos do tempo, é que cada coisa que está na consciência, que está no pensamento, também está diretamente atrelada às narrativas da linguagem. E saber que o que descrevemos não é aquilo que vivemos na fisiologia. Biológicamente, estamos no tempo zero celular, molecular; tempo este em que as coisas gatilham mudanças momento a momento, e a coisa anterior não determina a que ocorrerá depois. Estão apenas lá, quiçá para participar da recursividade de outro processo que poderá ser semelhante ao primeiro ou não. O que descrevemos está finalmente na percepção daquilo que observamos. No espaço de relações, de encontros; na interface daquilo que chamamos externo e interno, daquilo que está definido na linguagem! E o que conhecemos que não está?
Enfim, estas reflexões dão o que pensar!
Adorei o seu blog, querido amigo.
Leandro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante é a experiência de explicar os evento temporais.<br />
Talvez em uma tentativa se poderia explicar a mesma vivência do passado em período distintos (hoje, amanhã, daqui a um mês, etc), ou em fases distintas da vida (na infância, vida adulta e maturidade). Dá pra perceber que conservamos uma linha-mestra pouco elaborada das fatos e que modificamos os detalhes? Dá pra perceber que nossa vida é revivida como alguns instantes significativos, mas repleta de lapsos ou &#8220;buracos&#8221; de tempo, de memória?<br />
Noutra, é perceber como diferentes pessoas descrevem nossa infância, ou como as pessoas nos percebem atualmente e narram a nossa história. Há discrepância entre as narrativas das pessoas, e entre a delas e a nossa?<br />
E o futuro? Sobre as expectativas que nossos pais tinham para o que seríamos profissionalmente, e aquilo que desejávamos ser enquando jóvens. Os planejamentos de cada presente, e o que conquistamos com nossa história.<br />
O mais curioso disto tudo, enquanto falamos do tempo, é que cada coisa que está na consciência, que está no pensamento, também está diretamente atrelada às narrativas da linguagem. E saber que o que descrevemos não é aquilo que vivemos na fisiologia. Biológicamente, estamos no tempo zero celular, molecular; tempo este em que as coisas gatilham mudanças momento a momento, e a coisa anterior não determina a que ocorrerá depois. Estão apenas lá, quiçá para participar da recursividade de outro processo que poderá ser semelhante ao primeiro ou não. O que descrevemos está finalmente na percepção daquilo que observamos. No espaço de relações, de encontros; na interface daquilo que chamamos externo e interno, daquilo que está definido na linguagem! E o que conhecemos que não está?<br />
Enfim, estas reflexões dão o que pensar!<br />
Adorei o seu blog, querido amigo.<br />
Leandro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Quando olhei novamente minha certeza não estava lá! por mafetecoblog</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2009/06/12/quando-olhei-novamente-minha-certeza-nao-estava-la/#comment-13</link>
		<dc:creator>mafetecoblog</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 02:25:19 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Luiz,
Lindo. profundo e intrincado poema! A poesia hoje me soa como uma conversação libertadora consigo mesmo...

Agora, será que não faltou um &quot;não&quot; em &quot;quando olho novamente
uma certeza minha está mais lá!&quot;? 

Se faltou, prato cheio para os analistas dos atos falhos de plantão, hehe. De qualquer forma, parabéns, amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Luiz,<br />
Lindo. profundo e intrincado poema! A poesia hoje me soa como uma conversação libertadora consigo mesmo&#8230;</p>
<p>Agora, será que não faltou um &#8220;não&#8221; em &#8220;quando olho novamente<br />
uma certeza minha está mais lá!&#8221;? </p>
<p>Se faltou, prato cheio para os analistas dos atos falhos de plantão, hehe. De qualquer forma, parabéns, amigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O determinismo estrutural por Determinismo Estrutural &#171; meuslinks</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2008/05/12/o-determinismo-estrutural/#comment-12</link>
		<dc:creator>Determinismo Estrutural &#171; meuslinks</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 13:24:55 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Bitacula [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Bitacula [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre À deriva sigo em frente&#8230; por Pedro Carmona</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2008/03/18/a-deriva-sigo-em-frente/#comment-10</link>
		<dc:creator>Pedro Carmona</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 02:12:39 +0000</pubDate>
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		<description>Luiz,
realmente a deriva é fascinante, pois nos leva a aprender, conhecer pessoas, agir em conjunto de formas que jamais imaginamos antes. Nunca fui fã de blogs, passei a ser, e agora sei admirar um bem feito... Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz,<br />
realmente a deriva é fascinante, pois nos leva a aprender, conhecer pessoas, agir em conjunto de formas que jamais imaginamos antes. Nunca fui fã de blogs, passei a ser, e agora sei admirar um bem feito&#8230; Parabéns.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma primeira explicação por drleonunes</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2008/05/26/uma-primeira-explicacao/#comment-9</link>
		<dc:creator>drleonunes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2008 22:04:24 +0000</pubDate>
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		<description>Continuo aqui &quot;escuchando&quot; e acompanhando todos os seus posts!
Continue com esse trabalho, meu grande amigo!
Abração,
Leandro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continuo aqui &#8220;escuchando&#8221; e acompanhando todos os seus posts!<br />
Continue com esse trabalho, meu grande amigo!<br />
Abração,<br />
Leandro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Realmente&#8230; por lalgarra</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2008/04/24/realmente/#comment-8</link>
		<dc:creator>lalgarra</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:41:30 +0000</pubDate>
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		<description>Não posso dizer nada, cara amiga Ruth. Ou melhor, posso dizer o que quiser já que tudo que digo é dito de um observador a outro que posso ser eu ou ela mesma. Então digo que não distinguo cultura entre os gatos, nem entre os cachorros. Eu os vejo vivendo mas não percebo uma coordenação de interações entre eles que organize uma cultura. Então digo que não são seres reflexivos. Mas é clero que isto é apenas uma explicação que formulo a partir da minha percepção sobre os gatos. Valeu a visita, volte sempre! Adoro conversar com você...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não posso dizer nada, cara amiga Ruth. Ou melhor, posso dizer o que quiser já que tudo que digo é dito de um observador a outro que posso ser eu ou ela mesma. Então digo que não distinguo cultura entre os gatos, nem entre os cachorros. Eu os vejo vivendo mas não percebo uma coordenação de interações entre eles que organize uma cultura. Então digo que não são seres reflexivos. Mas é clero que isto é apenas uma explicação que formulo a partir da minha percepção sobre os gatos. Valeu a visita, volte sempre! Adoro conversar com você&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Realmente&#8230; por Ruth</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2008/04/24/realmente/#comment-7</link>
		<dc:creator>Ruth</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 15:27:26 +0000</pubDate>
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		<description>Luis,
desculpe insistir nos meus posicionamentos, pois acredito que já falei no nosso ultimo encontro.
Acho que faz parte da arrogância humana pensar ou acreditar no que se refere aos outros reinos.
Na verdade pouco sabemos sobre nós mesmos emuito menos dos outros. Como você pode dizer o que pensa ou não um gato? Ocmo também o que ele sente???
Poderemos conversar melhor depois sobre isto.
Vou mandar um texto sobre,
PArabéns pelo seu blog
está lindissimo e muito bem feito.
Um abraço
Ruth</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luis,<br />
desculpe insistir nos meus posicionamentos, pois acredito que já falei no nosso ultimo encontro.<br />
Acho que faz parte da arrogância humana pensar ou acreditar no que se refere aos outros reinos.<br />
Na verdade pouco sabemos sobre nós mesmos emuito menos dos outros. Como você pode dizer o que pensa ou não um gato? Ocmo também o que ele sente???<br />
Poderemos conversar melhor depois sobre isto.<br />
Vou mandar um texto sobre,<br />
PArabéns pelo seu blog<br />
está lindissimo e muito bem feito.<br />
Um abraço<br />
Ruth</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Como nasce esse blog por Carmem Silvia</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2008/03/14/como-nasce-esse-blog/#comment-6</link>
		<dc:creator>Carmem Silvia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 14:18:14 +0000</pubDate>
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		<description>Luiz,

Que bom saber dos seus movimentos.
Estou agora com espaço para me encontrar &quot;fisicamente&quot; com &quot;Mais Ternura&quot;.Começamos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz,</p>
<p>Que bom saber dos seus movimentos.<br />
Estou agora com espaço para me encontrar &#8220;fisicamente&#8221; com &#8220;Mais Ternura&#8221;.Começamos?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Para que ensinar certezas? por Marlete C Simões</title>
		<link>http://bitacula.wordpress.com/2008/03/27/para-que-ensinar-certezas/#comment-5</link>
		<dc:creator>Marlete C Simões</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 22:07:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://bitacula.wordpress.com/2008/03/27/para-que-ensinar-certezas/#comment-5</guid>
		<description>Maravilhosa reflexão!
Gostaria de aproveitar e convidá-los a direcionar nosso olhar para a relação pais e filhos.
A última frase da poesia é muito poderosa: seu fracasso é que eu seja idêntico a você.
Oferecer oportunidades, compartilhar experiências e um ambiente amoroso são requisitos fundamentais na formação de um Ser Humano melhor!
Obrigada pela oportunidade! Marlete</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maravilhosa reflexão!<br />
Gostaria de aproveitar e convidá-los a direcionar nosso olhar para a relação pais e filhos.<br />
A última frase da poesia é muito poderosa: seu fracasso é que eu seja idêntico a você.<br />
Oferecer oportunidades, compartilhar experiências e um ambiente amoroso são requisitos fundamentais na formação de um Ser Humano melhor!<br />
Obrigada pela oportunidade! Marlete</p>
]]></content:encoded>
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